quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

sábado, 24 de novembro de 2018

Cuba e os médicos cubanos

Eu consigo fazer a separação entre os médicos cubanos e o regime comunista existente em Cuba.
O fato de não gostarmos do regime político existente em Cuba não nos dá o direito de desprezarmos os médicos cubanos que são pessoas humildes e carinhosas que atenderam o nosso povo com muito amor e carinho.
Uma coisa é não gostar do comunismo, outra coisa é não gostar do querido povo cubano.
Eu amo Cuba, eu amo o povo cubano.
Perdi a oportunidade de ir lá com uma caravana da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira há alguns anos, mas se Deus me der nova oportunidade, irei com muita alegria.
Quanto ao fato do Governo Cubano ficar com a maior parte do dinheiro do Mais Médicos, não vejo porque as pessoas não entendem isso, pois é exatamente isso que fazem todas as empresas do sistema capitalista.
Todas as empresas do sistema capitalista usam os seus funcionários em proveito próprio, todas elas visam lucro através do trabalho de seus funcionários.
Todas elas ganham muito dinheiro através do trabalho de seus empregados, e dão uma parte muito pequena para eles.
E não vejo ninguém reclamando disso.
Os mesmos que criticam o Governo Cubano porque fica com parte do dinheiro do Mais Médicos, não dizem nada a respeito dos Bancos que ganham rios de dinheiro às custas do trabalho de seus funcionários e do povo pobre em geral.
Dois pesos e duas medidas.
O Governo Cubano tem muito mais razão para ficar com parte do dinheiro do Mais Médicos do que os empresários e banqueiros do sistema capitalista têm para ficarem com o lucro produzido pelo trabalho dos seus funcionários e do povo em geral, porque o Governo Cubano investiu na formação dos seus profissionais.
Tenho dito.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.

Médicos Cubanos

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

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sábado, 10 de novembro de 2018

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terça-feira, 9 de outubro de 2018

domingo, 7 de outubro de 2018

sábado, 6 de outubro de 2018

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

terça-feira, 2 de outubro de 2018

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

domingo, 23 de setembro de 2018

O Terceiro Salvador da Pátria

Estou com 75 anos de idade. 
Nasci no ano de 1943.
Desde que comecei a acompanhar a política brasileira já presenciei o aparecimento de alguns Salvadores da Pátria.
Em 1960, eu estava com 17 anos de idade, ainda não era eleitor, mas torci o quanto pude pelo Marechal Lott que era o representante do trabalhismo de Getúlio Vargas. Mas apareceu Jânio Quadros com a vassoura na mão prometendo salvar a Pátria de toda a corrupção, e ganhou a eleição. Seu governo durou sete meses.
Em 1989, depois do Regime Militar que governou o país durante 25 anos e do Governo de Sarney, aconteceram novas eleições. Muitos candidatos participaram do primeiro turno. Eu votei em Brizola que era o representante do trabalhismo de Getúlio Vargas.  Foram para o segundo turno Collor de Melo, o Salvador da Pátria, caçador de marajás, e Lula do PT. Não votei no segundo turno. Ganhou Collor, e todo mundo já sabe no que deu.
Agora em 2018, temos muitos candidatos disputando o primeiro turno das eleições. Não sabemos ainda quais os dois que irão para o segundo turno, se houver. Mas votarei novamente, por decisão do meu partido, no representante do trabalhismo de Getúlio Vargas, Ciro Gomes.
Mas entre os candidatos há um, que a exemplo de Jânio e de Collor, se apresenta como Salvador da Pátria. Se ele chegar a ser eleito será que terá o mesmo destino dos dois primeiros? É bem possível porque em uma República há Três Poderes que devem funcionar harmonicamente.
Tapiraí, São Paulo, Brasil, 23 de setembro de 2018.
Adriano Cacolespo
Federal 7043.
Avante São Paulo.

Dois tipos de pessoas

Vamos semear alegria que é melhor


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Se me quiser é na base do amor

Oração do fariseu moderno

Graças Te dou, ó Pai, porque estou casado com a mesma mulher há 40 anos, e não sou como esses infiéis e adúlteros que já estão no terceiro casamento!
Graças Te dou, ó Pai, porque ganho o meu pão com o suor do meu rosto, e não sou como esses preguiçosos arruaceiros “esquerdopadas” que vivem pendurados no bolsa-família!
Graças Te dou, ó Pai, porque continuo fiel às santas doutrinas do capitalismo, e não sou como esses malditos socialistas e comunistas que vivem falando em distribuição de rendas e divisão das riquezas dos outros!
Graças Te dou, ó Pai, porque sou um homem de sucesso, posso pagar escola particular para meus filhos e bons médicos e bons hospitais para tratar da saúde da minha família, e não sou como os demais que precisam colocar seus filhos em escolas públicas e dependerem da saúde pública, e ainda passar pela vergonha de serem atendidos por esses malditos médicos comunistas cubanos!
Graças Te dou, ó Pai, porque sei que se todos trabalhassem como eu tenho trabalhado alcançariam a prosperidade e não precisariam ficar com essas idéias de jerico na cabeça!
Graças Te dou, ó Pai, porque sei que essa minha bendita prosperidade só foi possível porque vivo num país capitalista, caso contrário, eu estaria dependendo da educação pública e da saúde pública como esses infelizes publicanos!
Adriano Pereira de Oliveira
Tapiraí, São Paulo, Brasil, 11 de maio de 2018.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Farofa financeira

Confesso que de vez em quando fico muito angustiado quando penso na farofa financeira praticada por algumas igrejas e instituições religiosas.

O que eu chamo de farofa financeira é o jeito que algumas igrejas e instituições religiosas adotam no levantamento e aplicação dos recursos financeiros.

Exemplo, a igreja recebe dízimos e ofertas regularmente para a manutenção dos seus serviços, e ao mesmo tempo pede aos irmãos que dêem uma oferta especial para comprar o lanche da festinha das crianças ou para outra coisa qualquer.

No meu entendimento, isso demonstra uma desorganização financeira, uma farofa financeira, ou uma chantagem emocional. O certo seria a igreja fazer um orçamento com entradas e saídas e especificar em que seria gasto o dinheiro recebido através de dízimos e ofertas.

Outro exemplo, uma instituição missionária recebe das igrejas parte do plano cooperativo e o total das ofertas missionárias levantadas em dias especiais com a finalidade de sustentar os missionários nomeados ou contratados por ela, e ao mesmo tempo pede aos referidos missionários que visitem as igrejas procurando quem os adote financeiramente, quem os sustente financeiramente, ou pedindo dinheiro para comprar escovas de dente para as crianças desse ou daquele campo missionário.

O certo, a meu ver, seria cada instituição missionária fazer a opção por um dos modelos de sustento, ou seja, quer sustentar os seus missionários através dos recursos do plano cooperativo e das ofertas missionárias ou quer adotar o plano de adoção missionária?

Dou meus parabéns à MIAF e à JOCUM porque já fizeram essa opção, cada missionário tem que correr atrás do seu sustento, e ponto final. 

Não estou dizendo que essa seja a melhor opção, mas estou dizendo que é necessário fazer uma opção, ou seja, cada instituição missionária precisa escolher que modelo de levantamento e aplicação de recursos irá adotar. E cada igreja precisa fazer a mesma coisa. Caso contrário, estarão praticando uma farofa financeira, uma desorganização financeira, e contribuindo para que a vida do povo de Deus seja uma farofa financeira, uma desorganização financeira.

Tenho dito.

Adriano Pereira de Oliveira,
Pastor Batista da Convenção Batista Brasileira desde 1972.
Tapiraí, São Paulo, Brasil, 3 de maio de 2018.

quarta-feira, 28 de março de 2018

terça-feira, 27 de março de 2018