O compromisso deste blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
domingo, 30 de agosto de 2020
sábado, 29 de agosto de 2020
Convenção Batista Brasileira
Participei da Assembléia Extraordinária da Convenção Batista Brasileira dia 28 de agosto de 2020.
Assembleia virtual, online, muito bem conduzida pelo presidente, pastor Fausto Vasconcelos, assessorado pelo pastor Sócrates e sua equipe.
Não deu para participar o tempo todo porque a minha conexão com a internet não estava muito boa.
A programação consistiu basicamente em ouvir os pareceres do Conselho Fiscal sobre as diversas organizações da CBB.
Minha atenção foi despertada principalmente para o fato de que a situação financeira de algumas organizações não está muito boa.
Destaque especial para a situação do Plano Cooperativo, excelente plano que foi criado originalmente pela Convenção Batista Brasileira, e desvirtuado posteriormente pelas Convenções Estaduais.
Originalmente, o plano previa que as igrejas repassariam dez por cento de suas entradas para a CBB, e esta devolveria cinquenta por cento para as Convenções Estaduais.
Mas as Convenções Estaduais desvirtuaram o plano original, e começaram a receber diretamente das igrejas e repassar para a CBB, não os cinquenta por cento definido no plano original, mas aquilo que elas mesmas decidiam enviar, deixando assim a CBB e suas organizações auxiliares em dificuldade financeira.
Esta é a conclusão do que vi e ouvi, é um fato histórico inquestionável.
Louvado seja Deus por Tudo!
Adriano Pereira de Oliveira, 77 anos de idade, 57 como crente Batista e 48 como pastor Batista da CBB.
Membro da Primeira Igreja Batista de Votorantim, SP.
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
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quinta-feira, 6 de agosto de 2020
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
terça-feira, 4 de agosto de 2020
domingo, 2 de agosto de 2020
sábado, 1 de agosto de 2020
sexta-feira, 31 de julho de 2020
quinta-feira, 30 de julho de 2020
quarta-feira, 29 de julho de 2020
terça-feira, 28 de julho de 2020
quinta-feira, 23 de julho de 2020
terça-feira, 21 de julho de 2020
Meu primeiro dia em São Paulo
Dia 18 de julho de 1959, sábado, eu deixei o pequeno povoado de Itamira, Município de Mucurici, Estado do Espírito Santo, onde morava juntamente com quase toda a minha parentela, e vim para São Paulo. Itamira hoje pertence ao Município de Ponto Belo. Eu tinha pouco mais de 16 anos de idade. Tomei a marinete que fazia diariamente a linha Nova Venécia, ES - Nanuque, MG. Segui para Nanuque, depois para Teófilo Otoni e Governador Valadares, e em seguida, Rio de Janeiro e São Paulo.
Nasci no Estado da Bahia. Fui batizado na cidade de Boa Nova e registrado no Cartório do Distrito de Boaçu, Município de Jequié. Meu sonho desde criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meus pais para as matas do Contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. É lá que fica Itamira, de onde eu saí sozinho, com 16 anos de idade, para vir para São Paulo.
A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e medo.
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959, uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da casa não foi nada animadora:
- "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê.”
No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não conhecia. No dia 1º de agosto, dez dias depois da minha chegada, comecei a trabalhar como office-boy numa multinacional alemã.
Daí para frente foi só trabalho e estudo. Tive oportunidade de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito, e duas especializações, Educação de Jovens e Adultos e Gestão Pública Municipal. Estou habilitado legalmente como pastor, professor, orientador educacional, advogado e jornalista.
Casei, gerei filhos, e já tenho oito netos.
Muitas coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente. Tive alegrias e tristezas. Sempre estudando e trabalhando na educação e na evangelização em todos os lugares por onde passei, tais como, Ponta Porã e Dourados, MS, Flórida Paulista e Tapiraí, SP, e sobretudo em São Paulo, Capital.
Participei de Campanhas Evangelísticas em Portugal, Espanha, Chile e Paraguai.
Neste momento, 21 de julho de 2020, aos 77 anos de idade, estou em Votorantim, SP, juntamente com minha esposa Adriana, onde ela trabalha como funcionária do município, e somos membros da Primeira Igreja Batista.
Realizamos o nosso ministério nas redes sociais, já que não podemos mais realizar a leitura pública das Sagradas Escrituras através do Ministério Bíblia na Rua, como sempre fazíamos há muito tempo.
Quero concluir dizendo que não tenho certeza se São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê, mas de uma coisa tenho certeza, temos um Pai no Céu que sempre ouve o nosso choro.
Obrigado, meu Pai!
Obrigado, meu Deus!
Obrigado, São Paulo!
Obrigado, Mato Grosso do Sul!
Louvado seja Deus por tudo!
Adriano Pereira de Oliveira.
sábado, 18 de julho de 2020
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terça-feira, 23 de junho de 2020
terça-feira, 16 de junho de 2020
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Certo ou Errado?
T. B. Maston em seu livro "Certo ou Errado?" apresenta três regras para sabermos se o que estamos fazendo é certo ou errado.
Primeira Regra: Todo mundo pode saber? Posso contar para todo mundo?
Segunda Regra: Todo mundo pode fazer? Se todos fizerem o que estou fazendo o mundo ficará melhor?
Terceira Regra: Posso orar pedindo a Deus que me ajude a fazer o estou fazendo?
Deus abençoe a todos!
Pastor Adriano, Votorantim, São Paulo, Brasil.
terça-feira, 9 de junho de 2020
segunda-feira, 8 de junho de 2020
domingo, 7 de junho de 2020
sábado, 6 de junho de 2020
quarta-feira, 3 de junho de 2020
terça-feira, 2 de junho de 2020
sexta-feira, 29 de maio de 2020
quinta-feira, 28 de maio de 2020
quarta-feira, 27 de maio de 2020
terça-feira, 26 de maio de 2020
segunda-feira, 25 de maio de 2020
O Senhor é o meu Pastor
domingo, 24 de maio de 2020
sexta-feira, 22 de maio de 2020
quinta-feira, 21 de maio de 2020
domingo, 17 de maio de 2020
sábado, 16 de maio de 2020
Meu primeiro sonho e minha primeira frustração
Eu tinha entre seis e sete anos de idade. Minha mãe já tinha falecido. Meu pai já tinha se casado de novo.
Nós morávamos na roça. Meu pai separou um pedacinho de terra para mim. O melhor da terra. Numa baixadinha. Terra fértil. Eu plantei nela meio litro de feijão. A colheita foi muito boa. Deu meio saco, quarenta litros.
Meu sonho era vender aquele feijão e comprar um par de sapatos fechado para mim. Eu nunca tinha calçado um sapato fechado. Só usava aquelas sandálias de coro feitas por meu pai.
Não via a hora de chegar o sábado para meu pai ir à vila próxima, Cachoeira de Manoel Roque, Bahia, para vender meu feijão e comprar meu sapato fechado.
Chegou o dia. Meu pai foi e levou meu feijão. Ele ia de manhã e só voltava à noite, como sempre.
Eu fiquei o dia todo aguardando a volta do meu pai. Queria ver meu primeiro sapato fechado. Mas naquele dia tive minha primeira grande frustração. Meu pai voltou sem os meus desejados sapatos.
Fiquei triste, mas entendo que meu pai deve ter tido algum motivo forte para voltar sem os meus sapatos.
Setenta anos são passados desde aquele tempo, mas hoje senti um forte desejo de registrar esse acontecimento.
Adriano Pereira de Oliveira
Votorantim, SP, 16 de maio de 2020.
quarta-feira, 13 de maio de 2020
domingo, 10 de maio de 2020
sábado, 9 de maio de 2020
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