O compromisso deste blog é com a verdade, sem partidarismo e sem sectarismo. Jornalistas Responsáveis: Adriano Pereira de Oliveira, DRT-67831SP. Adriana Rodrigues de Oliveira, DRT-68734SP. Um baiano de Jequié e uma paulista de Piedade, com Jesus de Nazaré, divulgando a verdade. E-mail: pastordri@gmail.com
sábado, 30 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
O sistema proporcional e a hipocrisia dos candidatos.
O sistema adotado no
Brasil para a eleição de vereadores, deputados estaduais e deputados federais é
o sistema proporcional onde as cadeiras nas casas legislativas municipais,
estaduais e federal são distribuídas proporcionalmente ao número de votos de
cada partido ou coligação.
Cada partido ou
coligação para eleger um candidato precisa primeiramente alcançar o quociente
eleitoral que é o número de votos válidos no município (eleição de vereador) ou
no estado (eleição de deputado) divido pelo número de cadeiras a serem
preenchidas.
Nesse sentido, todos
os candidatos do partido ou coligação precisam trabalhar unidos para
conseguirem atingir o quociente eleitoral porque sem ele ninguém será eleito
por mais bem votado que seja. Feito o quociente eleitoral, será eleito o mais
votado dentro do partido ou coligação, aproveitando os votos dos menos votados.
A vantagem desse
sistema é que cada candidato a vereador pode pedir votos para os eleitores do município
inteiro, e cada candidato a deputado estadual ou federal pode fazer campanha no
estado inteiro, ou seja, o eleitor pode votar em qualquer candidato a vereador
do seu município e em qualquer candidato a deputado estadual ou federal do seu
estado.
A desvantagem desse
sistema é que leva os dirigentes partidários e os candidatos a viverem numa
situação de hipocrisia, ou seja, a dizerem que todos são iguais, que não há
candidatos preferidos dentro do partido ou coligação, que não importa quem seja
o candidato eleito, que o importante é o partido ou coligação eleger o maior
número possível de vereadores ou deputados.
Não é verdade. Todo
dirigente partidário tem os seus preferidos. Todo candidato deseja chegar em
primeiro lugar para ser eleito com os votos dos outros. Temos uma dupla
situação, todos os candidatos de um partido são companheiros porque precisam
trabalhar unidos para conseguirem o quociente eleitoral, e são adversários
porque estão disputando uns com os outros para ver quem chega em primeiro
lugar.
Conclusão, os
adversários do candidato nas eleições proporcionais são os seus companheiros de
partido ou coligação. A disputa não é com os candidatos de outros partidos ou
coligações, mas com os companheiros de partido ou coligação.
Diferentemente do
sistema distrital, onde cada partido ou coligação tem um candidato em cada
distrito e onde cada candidato faz sua campanha dentro do seu próprio distrito
e só pode ser votado por eleitor daquele distrito, tendo como adversários os
candidatos de outros partidos ou coligações do mesmo distrito.
Adriano Pereira de
Oliveira, Estadual São Paulo 70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo 7023.
domingo, 24 de agosto de 2014
O Parlamentar Cristão é um Atalaia.
Desde que ouvi
o testemunho de um antigo vereador batista da cidade do Rio de Janeiro de nome
Dirceu Amaro, fiquei com a convicção de que o parlamentar cristão é acima de
tudo um atalaia, um vigia, uma pessoa que tem que estar atenta ao que está
acontecendo ao seu redor.
Dirceu Amaro
contou que uma vereadora, sua colega na Câmara Municipal do Rio de Janeiro,
apresentou um projeto pedindo a desapropriação do templo de uma igreja
evangélica porque entendia que estava numa área de interesse
público.
Segundo Dirceu
Amaro, o projeto foi aprovado em todas as comissões porque os vereadores tinham
medo daquela colega por causa da religião dela, eles tinham medo de serem
atingidos por alguma macumba dela, por algum
feitiço.
Dirceu Amaro
ficou orando durante todo o tempo em que aquele projeto circulou nas diversas
comissões pedindo que Deus desse uma solução para aquele caso. Ele não achava
justo que o templo de uma igreja evangélica fosse desapropriado pelo
município.
Quando o
referido projeto entrou na pauta de votação no plenário, Dirceu Amaro estava lá
atento orando a Deus e pedindo uma solução. O presidente da Câmara colocou o
projeto em votação, e disse:
- Os favoráveis
permaneçam como estão, e os contrários fiquem em
pé.
Dirceu Amaro
deu um pulo e ficou em pé imediatamente. Os outros vereadores se assustaram com
o pulo de Dirceu Amaro, e ficaram em pé junto com ele. Somente a autora do
projeto ficou sentada, e muito brava.
Faz tempo que
eu queria escrever este testemunho do Vereador Dirceu Amaro, mas hoje quando
ouvi o pronunciamento do Senador Magno Malta sobre a decisão do CONAD, Conselho
Nacional de Políticas Sobre Drogas, de não permitir que se fale sobre religião
nas Casas de Recuperação de Viciados, entendi que era o momento de escrever
porque o referido pronunciamento reforça minha tese de que o parlamentar cristão
é acima de tudo um atalaia.
Aproveito a
oportunidade para dizer que temos que tirar o chapéu para pessoas como Magno
Malta, Pastor Veloso e outros, que estão nos alertando constantemente, com
conhecimento de causa, sobre o problema das
drogas.
Adriano Pereira
de Oliveira
Candidato a
Deputado Estadual 70223, São Paulo, Brasil.
Adriana
Rodrigues de Oliveira
Candidata a
Deputado Federal 7023, São Paulo, Brasil.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Jesus de Nazaré.
Jesus de
Nazaré!
Como é bom ser um seguidor de Jesus de Nazaré, um homem do povo, um homem que se
identificava com a sua cidade.
Creio que é por isso que eu tenho me
identificado ao longo do tempo com as cidades e bairros onde morei e
trablhei.
Já fui conhecido como Adriano de
Ponta Porã, Adriano do Bairro do Limão, Adriano do Bairro do Belém, Adriano de
Flórida Paulista, e agora sou Adriano de Tapiraí, o baiano de
Jequié.
Aleluia!
Louvado seja Deus por
tudo!
Em uma de minhas campanhas políticas,
eu estava muito alegre na rua distribuindo os meus "santinhos", que infelizmente
constava neles a palavra "pastor", Pastor Adriano, foi quando um cidadão que
estava com uma Bíblia debaixo do braço me disse uma palavra que me deixou muito
triste e abalado:
- Pastor? Onde já se viu pastor
envolvido com política? Jesus por acaso se envolveu com política?
Era o começo da noite, fui para casa
triste e abatido. Clamei ao Senhor. Orei. Chorei. Foi quando Jesus apareceu e
falou ao meu triste coração:
- Meu servo, eu sou Jesus de Nazaré! Por que será que eu sou conhecido como
Jesus de Nazaré? Era porque eu era um homem que amava
minha cidade, convivia com o povo de minha cidade, me interessava pelos assuntos
da minha cidade. Eu sou Jesus de
Nazaré.
Fiquei confortado. Fiquei alegre.
Levantei no dia seguinte e fui para a rua distribuir os meus
santinhos.
Obrigado, Jesus de
Nazaré!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
domingo, 20 de julho de 2014
Minha vida, da marinete à internet.
Dezoito de julho é uma data marcante em minha vida. Foi
no dia 18 de julho de 1959, sábado, que eu deixei o pequeno povoado de Itamira,
Município de Mucurici, Estado do Espírito Santo, onde morava juntamente com
quase toda a minha parentela, e vim para São Paulo. Itamira hoje pertence ao
Município de Ponto Belo. Eu tinha pouco mais de 16 anos de idade. Tomei a
marinete que fazia diariamente a linha Nova Venécia, ES - Nanuque, MG. Segui
para Nanuque, depois para Teófilo Otoni e Governador Valadares, e em seguida,
Rio de Janeiro e São Paulo.
Nasci no município de Jequié, na Bahia. Meu sonho desde
criança era vir para São Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meus pais
para as matas do contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. É lá que
fica Itamira, de onde eu saí, sozinho, com 16 anos de idade, para vir para São
Paulo.
A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e
medo.
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959,
uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a
casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da
casa não foi nada animadora:
- "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai
não vê.”
No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não
conhecia. No dia 1º de agosto, dez dias depois da minha chegada, comecei a
trabalhar como office-boy numa multinacional
alemã.
Daí para frente, foi só trabalho e estudo. Tive oportunidade
de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito,
e duas especializações, Educação de Jovens e Adultos e Gestão Pública Municipal
(esta última, em fase de conclusão). Estou habilitado legalmente como pastor,
professor, orientador educacional, advogado e jornalista.
Casei, gerei filhos, e já tenho oito
netos.
Muitas
coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente.
Tive alegrias e tristezas. Sempre estudando e trabalhando na educação e na
evangelização em todos os lugares por onde passei, tais como, Ponta Porã e
Dourados, MS, Flórida Paulista, SP, e sobretudo em São Paulo, Capital.
Participei de Campanhas Evangelísticas em Portugal, Espanha, Chile e
Paraguai. Estou em Tapiraí, SP, desde o ano 2010, onde cuido de uma pequena
Igreja Batista e realizo a leitura pública das Sagradas Escrituras todos os
dias, através do Ministério Bíblia na Rua.
Assim foi a minha vida, da marinete à
internet.
Passados 55 anos desde que saí de Itamira, aos 71 anos
de idade, olho para trás e contemplo muitas lutas e vitórias. Neste ano de 2014,
sou candidato a deputado estadual, com o número 70223, e minha esposa, Adriana
Rodrigues de Oliveira, é candidata a deputada federal, com número 7023. Contamos
com suas orações e com seu voto para travarmos mais esta batalha com paz e
tranquilidade.
Obrigado, São Paulo!
Louvado seja Deus por
tudo!
Adriano Pereira de Oliveira, Estadual São Paulo
70223.
Adriana Rodrigues de Oliveira, Federal São Paulo
7023.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Charles Finney.
Senti
no meu coração o desejo de escrever sobre um acontecimento na vida de Charles
Finney que marcou muito a minha vida. Tenho repetido muitas vezes em minhas
mensagens ao longo dos meus 42 anos da pastorado em igrejas batistas da CBB.
Devo ter lido em algum dos livros do Pastor Enéas Tognini ou em outro livro sobre
avivamento espiritual. Não me lembro onde. Vou relatar com minhas próprias
palavras:
Segundo
o relato que li, Finney era um advogado, e participava da área da música, como
violinista, na igreja onde era membro. Sentindo-se descontente com sua
vida espiritual, vida fria, sem paz, sem alegria, sem poder do Espírito Santo,
um dia decidiu ir orar no mato até que sentisse paz e alegria em seu coração.
Foi
para meio da floresta e começou a orar, mas toda vez que o vento balançava uma
árvore, e uma folha caía, ele se levantava para ver se era alguém que estava
andando ali por perto. Estava com medo que alguém o visse ajoelhado no meio do mato
orando. O fato se repetiu por diversas vezes, ou seja, muitas vezes ele se
ajoelhou para orar e se levantou pensando que alguém estava se aproximando, mas
não era ninguém, ou era uma folha levada pelo vento ou era uma lagartixa que
corria.
Chegou
um momento em que ele disse, pensou consigo mesmo:
-
Eu, um miserável pecador, estou aqui para buscar a presença de um Deus Santo, e
estou com medo de que outro miserável pecador como eu me veja ajoelhado aos de
um Deus Santo? Agora vou me ajoelhar, e só me levantarei dos meus joelhos
quando a minha oração for ouvida. Pode o mundo cair ao meu redor que eu não me
levantarei.
Depois
de determinado tempo, sentiu paz em seu coração, entendeu que podia se levantar
e voltar para sua casa. Não aconteceu nada estranho, não falou em outras línguas,
não ouviu barulho nenhum, não viu fogo descer do céu, não viu brasas acesas no
meio da floresta, mas sabia que ele não era mais o mesmo, tinha paz e alegria
no seu coração.
Chegou
em sua casa, pegou o seu violino e começou a tocar aqueles hinos que ele sempre
tocava, aí ele percebeu que alguma coisa tinha acontecido com ele. O som
daquelas notas musicais, que antes não falava nada com, agora falava
profundamente ao seu coração. Ele tocava e chorava ao mesmo tempo.
Saiu
na rua e falou de Jesus para uma pessoa com quem ele já tinha falado diversas
vezes, sem qualquer resultado, e percebeu que aquela pessoa começou a chorar de
arrependimento. As palavras faladas eram as mesmas de sempre, mas o evangelista
não era o mesmo, antes era um homem vazio, sem alegria e sem paz, agora,
era um homem cheio de alegria e paz, agora, era um homem cheio do
Espírito Santo.
Entrego
este pequeno relato nas mãos de Deus.
Que
o Deus que visitou Finney no meio da floresta possa nos visitar também!
Abraços
a todos!
Adriano
Pereira de Oliveira, Tapiraí, São Paulo, Brasil.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Meu primeiro dia em São Paulo.
Nasci
no município de Jequié, na Bahia. Meu sonho desde criança era vir para São
Paulo. Com sete anos de idade fui levado por meus pais para as matas do
contestado, onde hoje é o norte do Espírito Santo. Com 16 anos de idade vim
para São Paulo sozinho. A viagem foi emocionante, uma mistura de curiosidade e
medo.
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959, uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da casa não foi nada animadora:
Meu primeiro dia em São Paulo foi 21 de julho de 1959, uma terça-feira. Desembarquei do trem na Estação do Norte, no Brás, e fui para a casa de um conhecido na Freguesia do Ó. A primeira frase que ouvi do dono da casa não foi nada animadora:
- "Meu filho, São Paulo é terra onde filho chora e pai não vê.”
No dia seguinte, fui para a casa de um tio que eu não conhecia. No dia 1º de agosto, uma semana depois da minha chegada, comecei a trabalhar como office-boy numa multinacional alemã.
Daí para frente, foi só trabalho e estudo. Muitas coisas aconteceram em minha vida. Morei em muitos lugares. Conheci muita gente. Tive alegrias e tristezas. Fui para outros lugares e voltei para São Paulo duas vezes. Tive oportunidade de concluir quatro cursos superiores, Teologia, Filosofia, Pedagogia e Direito, e continuo estudando, estou concluindo a segunda especialização.
Casei,
gerei filhos, e já tenho oito netos.
Hoje, quase 55 anos depois do meu primeiro dia em São Paulo, aos 71 anos de idade, aposentado, continuo atuando como pastor batista, e estou me preparando para ser candidato a deputado estadual por São Paulo neste ano de 2014.
Hoje, quase 55 anos depois do meu primeiro dia em São Paulo, aos 71 anos de idade, aposentado, continuo atuando como pastor batista, e estou me preparando para ser candidato a deputado estadual por São Paulo neste ano de 2014.
Obrigado,
São Paulo!
Louvado seja Deus por tudo!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
Louvado seja Deus por tudo!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Não sou marinheiro de primeira viagem.
Alguns
irmãos e amigos que não conhecem toda a minha história ficam
preocupados com o meu envolvimento com a política neste ano de 2014,
pensando que eu sou marinheiro de primeira viagem. Para tranquilizar um pouco a todos vocês, informo que não sou marinheiro de primeira viagem.
Fui candidato a Vereador em 1976 na cidade de Ponta Porã, MS.
Fui candidato a deputado estadual em 1982 e 1986 no Mato Grosso do Sul.
Fui candidato a vereador em 1992 na cidade de Dourados, MS.
Fui candidato a deputado federal em 1998 em São Paulo.
Fui candidato a vereador em 2000 na cidade de São Paulo.
Fui candidato a vereador em 2004 na cidade de Flórida Paulista, SP.
Fui candidato a vereador em 2012 na cidade Tapiraí, SP.
A partir de 1976, nas eleições em que não fui candidato não foi por falta de vontade, foi por falta de oportunidade.
Que Deus abençoe a todos.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Para os amigos e irmãos em Cristo.
Meus queridos amigos e irmãos em
Cristo:
Sou natural do Estado da Bahia.
Passei parte da minha infância e adolescência no
Estado do Espírito Santo.
Vim para São Paulo com 16 anos de
idade.
Desde então, tenho dado minha modesta contribuição
para a educação e a evangelização em São Paulo e Mato Grosso do Sul.
No momento, estou participando do Projeto Vitória
no Estado de São Paulo como pré-candidato a Deputado Estadual pelo Partido
Trabalhista do Brasil - PT do B.
Já participei de
diversos projetos dessa natureza em São Paulo e Mato Grosso do
Sul.
O cidadão de qualquer região do
Estado de São Paulo poderá apoiar esse projeto.
Mas independentemente do lugar onde a
pessoa esteja, poderá promover e divulgar o referido projeto, através dos
meios de comunicação, entre seus parentes e amigos residentes no Estado de São
Paulo.
Os quatro partidos que compõem o
Projeto Vitória (PSL, PTdoB, PTC e PTN) apoiarão a reeleição do governador de
São Paulo, Geraldo Alckimin.
Agradeço muito a você que investiu
parte do seu tempo para ler esta mensagem!
Avante, São Paulo!
Avante, Brasil!
Adriano Pereira de Oliveira, São
Paulo, Brasil.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
A Vitória do Brasil.
A
vitória do Brasil nesta Copa do Mundo de 2014 não será conseguir ganhar o jogo
no campo, mas conseguir ganhar o jogo fora do campo, fora dos
estádios.
A vitória será ganhar o jogo nas ruas, conseguir
controlar os baderneiros mal intencionados.
Está muito claro que esse movimento nas ruas contra a
realização da Copa do Mundo no Brasil não é um movimento bem intencionado. Se
fosse bem intencionado teria começado há muitos anos atrás quando as primeiras
providências foram tomadas para trazer a Copa para o
Brasil.
Fazer passeatas agora contra os gastos realizados para
hospedar a Copa, alegando que esse dinheiro deveria ter sido gasto para melhorar
a educação e a saúde, depois que o dinheiro já foi gasto não tem sentido, é pura
politicagem, é querer tirar
proveito em ano eleitoral, é querer tirar a paz num momento em que o Brasil
precisa de paz e tranquilidade.
Torço para que o Brasil seja vitorioso na civilidade, na
educação, no respeito, no carinho para com os estrangeiros que estarão aqui
durante a Copa do Mundo.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí, SP.
sábado, 19 de abril de 2014
Minha Vida Política.
O grande filósofo Aristóteles disse que o homem,
o ser humano, é um animal político.
O interesse pela política despertou muito cedo em
minha vida.
Foi confirmado quando passei pelo teste
vocacional do Professor José Novais Paternostro para ingressar na Faculdade
Teológica Batista de São Paulo em 1969.
O Professor Paternostro afirmou que a minha
primeira vocação era religiosa e que a segunda era política.
Fui ordenado ao pastorado em 1972.
Desde então, estou no pastorado e, ao mesmo tempo,
participando da vida política.
Em 1976, fui candidato a vereador pela ARENA em
Ponta Porã, MS, tive 149 votos.
Em 1978, tentei ser candidato a deputado estadual
pela ARENA no MS, mas não consegui.
Em 1982, fui candidato a deputado estadual pelo
PMDB no MS, tive 1.322 votos.
Em 1986, fui candidato a deputado estadual pelo
PDT no MS, tive 822 votos.
Em 1992, fui candidato a vereador pelo PDT em
Dourados, MS, tive 352 votos.
Em 1996, tentei ser candidato a vereador pelo PDT
em São Paulo, SP, mas não consegui.
Em 1998, fui candidato a deputado federal pelo
PGT em São Paulo, tive 1.767 votos.
Em 2000, fui candidato a vereador pelo PGT em São
Paulo, Capital, deixei a campanha três meses antes das eleições para assumir o
pastorado em Flórida Paulista, mas mesmo assim ainda consegui 238 votos.
Em 2004, fui candidato a vereador pelo PSDB em
Flórida Paulista, tive 30 votos.
Em 2006, tentei ser candidato a deputado federal
pelo PSDB de São Paulo, mas o partido não me deu legenda.
Em 2012, novato em Tapiraí, SP, fui candidato a
vereador pelo PSDB, tive 27 votos.
Tenho sido criticado por alguns que acham que
pastor não deve se envolver em política, mas ainda não perdi o entusiasmo.
"Quem desiste, não faz história."
Completei 70 anos de idade no dia 25 de abril de
2013, e estou me preparando para ser candidato a deputado estadual em 2014, no
Estado de São Paulo, Brasil, se Deus permitir, pelo partido 70, que é o Partido
Trabalhista do Brasil – PT do B.
Em política, sou admirador de Getúlio Vargas,
João Goulart e Leonel Brizola, três gaúchos com cheiro de povo, com alma de
povo, alma brasileira, a cara do Brasil.
Em futebol, sou flamenguista.
Em religião e envolvimento social, sou admirador
de Martin Luther King Jr.
JESUS CRISTO É MEU ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR E
SENHOR!
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Finanças.
Fiquei com vontade de dar o meu
testemunho sobre finanças.
Sempre trabalhei com base em
orçamento, entradas e saídas, previsão orçamentária, tanto na vida pessoal como
na vida das instituições dirigidas por mim.
Não sou adepto dessa filosofia
de assumir compromissos financeiros sem saber de onde vem o dinheiro para
pagar.
Seria muito desgastante para minha
vida emocional se tivesse que pagar uma conta e não soubesse de onde viria o
dinheiro.
Sei que tivemos e temos alguns
líderes, chamados "homens de fé", que agiram e agem assim.
Mas eu não gostaria de estar na pele
deles.
Não sou adepto também desse negócio
de vender qualquer coisa na igreja com a finalidade de levantar
fundos.
Se alguém tem dinheiro para
comprar uma feijoada, um churrasco, seja lá o que for, ele pode muito bem dar
esse dinheiro para a causa sem precisar de nada em troca.
Creio que o método bíblico para
levantar fundos é através dos dízimos e ofertas. Uma
coisa suave!
Nas igrejas que tenho pastoreado nos
últimos tempos, tenho feito assim:
Os meses de fevereiro e março são
dedicados a missões mundiais. Todas as ofertas que são jogadas soltas no cofre,
ou gazofilácio, vão para missões mundiais. Os dízimos que estão nos envelopes
ficam para a igreja local.
Os meses de maio e junho são
dedicados a missões estaduais, e repetimos o mesmo processo descrito
acima.
Os meses de agosto e setembro são
dedicados a missões nacionais, e adotamos o mesmo sistema.
Os membros da igreja são informados
disso, e falamos sobre missões em todos os cultos, e damos oportunidade para a
entrega de dízimos e ofertas. Dízimos para a igreja local e ofertas para
missões.
Nas minhas campanhas políticas também
não gasto o que não tenho. Elas são modestas, de acordo com minhas
possibilidades. Não espero que os amigos invistam financeiramente nelas. Espero
que eles invistam suas vidas, seu trabalho, sua influência. Espero que eles
divulguem o meu número através da internet e por todos os meios possíveis.
Espero que eles vistam a camisa!
Abraços a todos.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sábado, 29 de março de 2014
Genealogia dos meninos de Casimiro e alguns comentários.
A pedido do irmão Abel Pereira de
Oliveira, escrevi novamente a genealogia dos filhos de Casimiro José de
Oliveira, e alguns comentários, atualizados com as novas pesquisas realizadas na
Bahia em janeiro de 2014.
Todos os filhos de Casimiro José de
Oliveira e Vitória Maria da Encarnação (Abel, Adriano, Alcides e Everaldo) são
netos maternos de Felipa Maria da Encarnação e Antonio Inácio Pereira (filho
único por parte de mãe), são netos paternos de Jovenalina Ferreira Campos e
Brígido José de Oliveira; são bisnetos maternos de Leonardo José da Luz e
Josepha Maria da Encarnação, e de Vitório Inácio Pereira e sua primeira esposa
(uma filha de Maria Joaquina de nome ainda não identificado), são bisnetos
paternos de Vitório Inácio Pereira e sua segunda esposa Escolástica Ferreira
Campos (irmã do finado Massá, aquele que castrou um filho), Silvéria Maria da
Encarnação e José Manoel de Oliveira; são trisnetos maternos de Maria Joaquina e
alguém da família Coelho, trisnetos paternos de Manoel José de Oliveira e sua
esposa de nome desconhecido, e trisnetos paternos de Leonardo José da Luz e
Josepha Maria da Encarnação.
Todos os filhos de Casimiro José de Oliveira
e Francisca Maria de Oliveira (Valdete, Tereza, Hélio e Maria Tereza) são netos
maternos de Benedita Soares de Oliveira e Marciano José de Oliveira, são netos
paternos de Jovenalina Ferreira Campos e Brígido José de Oliveira; são bisnetos
maternos de Joaquim Soares e sua esposa, são bisnetos maternos e paternos de
Silvéria Maria da Encarnação e José Manoel de Oliveira, são bisnetos só
paternos de Vitório Inácio Pereira e sua segunda esposa Escolástica Ferreira
Campos (irmã do finado Massá, aquele que castrou um filho); são trisnetos
maternos e paternos de Leonardo José da Luz e Josepha Maria da Encarnação, e de
Manoel José de Oliveira e sua esposa de nome desconhecido.
Maria Joaquina é aquela menina que foi raptada em sua casa
juntamente com a imagem de Santo Antonio, por um desconhecido, enquanto seu pai
e sua mãe estavam na roça. Ela foi resgatada por alguém da família Coelho, em
cuja casa permaneceu, e manteve um relacionamento continuado com um dos filhos
da casa, de onde nasceram algumas crianças, uma das quais foi a primeira esposa
de nosso bisavô Vitório Inácio Pereira e mãe de nosso avô Antonio Inácio
Pereira; outra, de nome Gina, foi a mãe de tia Francisca, esposa do finado tio
Dedé, a qual é mãe de tia Maria, segunda esposa de tio Martinho José de
Oliveira. Sendo assim, todos os filhos de tio Martinho e tia Maria são também
trisnetos de Maria Joaquina e de alguém da família Coelho, assim como Abel,
Adriano, Alcides e Everaldo, e todos os outros netos de Antonio Inácio
Pereira.
O finado Massá, irmão de nossa bisavó Escolástica, é uma
pessoa sobre a qual muitas histórias são contadas pelos nossos parentes mais
idosos. Uma delas é que ele ao chegar em casa encontrou um filho acariciando
a irmã, ele não gostou, e castrou o menino para ele aprender a nunca mais ficar
com intimidade com as irmãs. Conta-se que ele era caçador de mocó e andava
sempre com um cravinote nas costas. Preparava o mocó numa panela só junto com
outros alimentos, e ai de quem não comesse. Há outras histórias chocantes sobre
ele. Não tenho certeza, mas creio que o nome dele era Manoel Ferreira Campos,
irmão de Escolástica Ferreira Campos. Alguns dizem que eles eram índios, outros
dizem que não eram. Fui informado de que há um toca numa serra entre Boa Nova e
Manoel Vitorino, Bahia, que é chamada de "Toca do Finado Massá".
Abraços a todos!
Adriano José da Luz Inácio Pereira Ferreira Campos José de
Oliveira.
domingo, 23 de março de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Histórico do agendamento de uma consulta médica.
No dia 08 de abril de 2013, estive no
AME em Itapetininga, SP, para uma consulta com um médico especialista. Ele disse
que eu estava bem, mas que precisava de um acompanhamento de 6 em 6 meses. Deu-me
uma folha com as indicações dos exames necessários para o retorno para eu
entregar no Posto de Saúde de minha cidade, Tapiraí, SP.
Chegando a Tapiraí fui direto ao
Posto de Saúde. Recebi a orientação de que era para eu ficar com a folha e que
a entregasse quando estivesse aproximando os 6 meses, ou seja, 08 de outubro de
2013.
No mês de agosto de 2013, retornei ao
Posto de Saúde, pedi para agendar os exames e a consulta de retorno ao AME.
Fui informado de que primeiro eu precisava fazer os exames para depois agendar o
dia da consulta para não correr o risco de a consulta ser marcada para um dia
antes de sair o resultado dos exames.
Os exames foram agendados para o dia
02 de setembro de 2013. Com o resultado dos exames em mãos, voltei ao setor de
agendamento e pedi para agendar a minha consulta de retorno ao médico em
Itapetininga, conforme ele havia pedido por escrito. Recebi a informação de que
agora que eu tinha o resultado dos exames, eu precisava agendar uma consulta com o
médico do Posto de Saúde para ele pedir que a minha consulta fosse agendada com
o especialista de Itapetininga.
Agendei uma consulta com o médico do
Posto de Saúde de Tapiraí para o dia 24 de setembro de 2013. Compareci à
consulta marcada, ele me forneceu um papel autorizando que fosse agendada uma
consulta para mim com o especialista em Itapetininga. Entreguei o papel no setor
encarregado de agendar consultas com especialistas e voltei para minha
casa.
Depois de alguns dias, voltei ao
Posto de Saúde e perguntei se a minha consulta de retorno ao especialista havia
sido marcada. Recebi a informação de que ainda não havia sido marcada, e que
quando fosse marcada, eu seria avisado por telefone.
Como até o dia 06 de janeiro de 2014,
eu não tinha recebido nenhum telefonema, levei o assunto ao conhecimento do
Senhor Prefeito Municipal de Tapiraí, através de e-mail.
No dia 07 de janeiro de 2014, recebi
um telefonema de uma funcionária do Posto de Saúde avisando-me de que havia uma
consulta agendada para mim, e que eu fosse lá para buscar a guia.
Fui lá e busquei a guia, na qual
verifiquei que no dia 11 de dezembro de 2013, um funcionário entrou no sistema e
agendou a minha consulta para o dia 20 de janeiro de 2014. Como eu não estarei
em Tapiraí naquele dia, telefonei hoje, 08 de janeiro de 2014, para o número
0xx15-3272-6509, que consta na guia, em Itapetininga, e falei com uma funcionária, a
qual me disse que não era possível alterar a data. A única coisa que ela podia
fazer era cancelar a consulta. E assim foi feito. Se eu quiser retornar ao
especialista do SUS em Itapetininga depois das minhas férias, terei que começar
tudo de novo no Posto de Saúde em Tapiraí, SP.
Obrigado, Senhor
Prefeito!
Louvado seja Deus que me tem
conservado vivo até aqui!
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
A presença de Deus no sorriso de uma criança.
Hoje, sexta-feira, 03 de janeiro de 2014, às 8:00
horas da manhã, aconteceu um fato interessante enquanto eu, sozinho, lia o
capítulo quatro do Evangelho de Marcos no Coreto da Praça da Rodoviária em
Tapiraí, SP.
Uma menininha de cerca de sete anos de idade deixou
sua mãe na Rodoviária, caminhou pela praça, subiu no Coreto, deu um sorriso para
mim, depois chegou bem juntinho de mim, encostou o dedinho na sacola onde eu
carrego a Bíblia e o megafone, que estava pendurada no meu ombro, e em
seguida voltou para junto de sua mãe.
Recebi a visita daquela criaturinha como se fosse a
visita de um anjo de Deus me confortando e trazendo um recado para mim, dizendo:
"Meu servo, você não está só, Eu estou aqui, continue firme!".
Gostaria muito que os discípulos de Cristo em
Tapiraí e Piedade, onde leio a Bíblia todos os dias, tivessem a mesma
disposição e coragem que teve aquela criancinha.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Contribuição para o resgate de uma bela história.
Sei que há pessoas que devem saber muito
mais do que eu sobre a história da Educação Teológica em Mato Grosso e Mato
Grosso do Sul.
Quando cheguei lá em 1973, havia dois
grandes líderes entre os batistas, Jonathan de Oliveira e Williams Balaniuc,
pessoas que amo e respeito.
Mas quero escrever resumidamente, sem
anotações, o que guardo em minha mente sobre o
assunto.
A primeira notícia que li sobre a Educação
Teológica no Mato Grosso se encontra num Livro de Atas da Primeira Igreja
Batista de Ponta Porã, MS, onde está escrito que na década de 1940 funcionou nas
dependências daquela Igreja um curso teológico ligado ao Seminário Teológico
Batista do Sul do Brasil e coordenado pelo Missionário John
Riffey.
O curso era oferecido de maneira intensiva,
em regime de internato, o qual era dirigido pelo pastor Valdir Vilarinho e sua
esposa Candinha.
Entre os alunos daquele curso estava o
índio Adriano Ferreira que foi pastor por muito tempo na região de
Corumbá.
Infelizmente, um dos Livros de Atas daquela
Igreja daquela década estava desaparecido quando lá estive como pastor entre
1973 e 1987. Não sei se já foi encontrado.
A segunda notícia que tenho sobre a
Educação Teológica no Mato Grosso é sobre o Instituto Teológico Batista do Oeste
que funcionou em Campo Grande nas décadas de 1950 e 1960 onde se destacou como
diretor o baiano Gutenberg Rodrigues Silva.
Em seguida, começou a funcionar um
Instituto de Férias nas dependências do Colégio Osvaldo Cruz em Dourados, o qual
foi o ponto de partida para a criação do Instituto Teológico Batista Ana
Wollerman no ano de 1974.
Quero aqui lembrar que o homem forte que
esteve ao lado da Missionária Ana Wollerman naquele momento inicial da história
e que foi o responsável pela administração da instituição e construção de quase
todos os edifícios tanto do Instituto como do Seminário Ana Wollerman foi o
pastor Williams Balaniuc, que foi auxiliado e depois sucedido pelo professor
Ivan Araújo Brandão, que deu continuidade ao período de expansão patrimonial.
Somente a Capela e a Biblioteca não foram construídas por eles, as quais foram
construídas na gestão do escritor destas linhas.
Em 11 de outubro de 1977 foi criado o
estado do Mato Grosso do Sul, tendo Campo Grande como capital, mas a Convenção
Batista do Mato Grosso, que já tinha sua sede em Campo Grande, continuou uma só
para os dois estados até 1979 quando em uma assembleia em Cáceres foi criada a
Convenção Batista Centro América, com sede em Cuiabá, para congregar as igrejas
batistas do Mato Grosso, ficando o novo estado com velha
Convenção.
Foi naquela assembleia em Cáceres que foi
criada a Faculdade Teológica Batista do Oeste do Brasil, com sede em Campo
Grande, cujo nome foi escolhido através de pesquisa para resgatar a história do
antigo Instituto Teológico Batista do Oeste.
O relator do Grupo de Trabalho que criou a
FTBOB foi o autor destas linhas que tinha em mente uma instituição semelhante à
Faculdade Teológica Batista de São Paulo, de onde procedia, com uma estrutura
leve, de baixo custo, com curso noturno, diferentemente do pensamento de muitos
que procediam do Seminário Teológico Batista Sul Brasil que tinha uma estrutura
pesada com sistema de internato.
O diretor do Grupo de Trabalho foi eleito
naquela assembleia em Cáceres para ser o primeiro diretor da FTBOB, o qual fez
todos os preparativos para o início das aulas.
Entre os projetos apresentados pelo diretor
ao Conselho Administrativo estava o Projeto Sunamita que consistia em sugerir
aos crentes batistas residentes em Campo Grande que construíssem em suas casas
um quartinho para o homem de Deus, o seminarista, no qual deveria ter uma cama,
uma mesa, uma cadeira e um candeeiro (uma lâmpada), plano esse que não teve a
devida consideração do Conselho Administrativo.
Finalmente, a disputa entre o sul e o
centro, entre Dourados e Campo Grande, levou o diretor a renunciar, mas não fez
com que ele perdesse o amor pela educação teológica no Mato Grosso do
Sul.
E ela disse a seu marido: Eis
que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de
Deus.
Façamos-lhe, pois, um pequeno
quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um
candeeiro; e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se
recolherá.
2 Reis 4:9-10
2 Reis 4:9-10
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
domingo, 22 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Educação Teológica no Mato Grosso do Sul.
Nossa viagem a Dourados para
participar do Culto em Memória da Missionária Ana Wollerman dia 13 de dezembro
de 2013 foi muito proveitosa.
Tivemos oportunidade de rever grandes
amigos e companheiros na obra de educação teológica no Mato Grosso do
Sul.
Entre eles, o professor Ivan Araújo
Brandão, atual presidente da Convenção Batista Sul-Mato-Grossense, que, sem
sombra de dúvida, exerceu um papel muito importante na educação teológica em
terras sul-mato-grossenses.
Na década de 1970, recém chegado do
Rio de Janeiro, onde tinha concluído os cursos de Pedagogia e Teologia, tendo
inclusive trabalhado com o famoso educador batista José Luciano Lopes, de quem é
grande admirador, o professor Ivan se envolveu
de corpo e alma na obra educacional batista. Foi professor e reitor no Seminário
Ana Wollerman, em Dourados. Nesse mesmo tempo,
assumiu a presidência da antiga Junta de Educação Teológica do Mato Grosso,
antes da criação do estado do Mato Grosso do Sul, e tomou a iniciativa
de nomear o grupo de trabalho que criou a Faculdade Teológica Batista do Oeste
do Brasil, com séde em Campo Grande, cujo relator foi o escritor destas
linhas.
Dito isto, creio que a providência
divina colocou o professor Ivan Araújo Brandão na presidência da Convenção
Batista Sul-Mato-Grossense no presente momento para ajudar a encontrar novos
caminhos para a educação teológica no Mato Grosso do Sul.
O que vi e senti em Dourados me
deixou com muita esperança. O que parece um fracasso pode vir a ser a semente de
um grande sucesso. A Faculdade Teológica Batista Ana Wollerman está pedindo o
descredenciamento do MEC. Quer voltar à simplicidade e espiritualidade do
passado. Quer de fato honrar à memória da Missionária Ana Wollerman que com
muita relutância aceitou que o nome dela fosse colocado na instituição porque
ela não tinha filhos, nem sobrinhos, nem parente algum para continuar carregando
o nome Wollerman.
Os ex-alunos e alunos com quem tive
contato estão com essa mesma esperança. Então, o momento é agora. É hora de unir
as forças para que o Mato Grosso do Sul volte aos trilhos na obra de educação
teológica.
Adriano Pereira de Oliveira, Tapiraí,
SP.
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